O memorando, rubricado esta segunda-feira, 24 de Novembro, estabelece “o compromisso conjunto de avaliar, planear e, quando justificável, concretizar a construção e operacionalização da Linha Azul do Metro de Luanda, projecto estratégico para a mobilidade urbana, a competitividade económica e a melhoria da qualidade de vida na capital”.
Segundo o documento, a Linha Azul será desenvolvida ao longo de um corredor de aproximadamente 50 quilómetros, entre Cacuaco e Benfica, acompanhando a faixa litoral. O objectivo é reforçar a conectividade urbana, reduzir os congestionamentos e potenciar novas dinâmicas socioeconómicas.
O titular do MINTRANS, Ricardo d’Abreu, considerou o memorando “um marco significativo” para a transformação da mobilidade urbana em Luanda, sublinhando a relevância da Alstom na oferta de soluções de transporte “alinhadas com as metas de desenvolvimento sustentável”.
Já o presidente da Alstom para África, Médio Oriente e Ásia Central, Martin Vaujour, destacou a importância do projecto e garantiu o compromisso da empresa em fornecer soluções que promovam “qualidade de vida e progresso social” em Angola.
O comunicado acrescenta que o MINTRANS e a Alstom irão conduzir uma avaliação técnica, comercial e estratégica abrangente, incluindo estudos de viabilidade detalhados, que sustentarão a decisão sobre a construção e futura operação da Linha Azul do Metro de Luanda.
Presente em 63 países, a Alstom integra no seu portefólio comboios de alta velocidade, metros, monocarris, eléctricos, sistemas turnkey, serviços, infra-estruturas, sinalização e soluções de mobilidade digital.

