“A má governação tem por finalidade gerar esse efeito. Manter as famílias desestruturadas, levá-las ao colapso social e depois apresentar soluções paliativas, e que cientificamente não estão comprovadas, como, por exemplo, o Kwenda, que não tira as pessoas da pobreza, mantém as pessoas na pobreza. (…). Não há políticas públicas que reduzam as assimetrias sociais; aliás, Lula da Silva conseguiu apresentar a retirada de 10 milhões de pobres brasileiros”, disse José Rodrigues.
Para o analista, foi com a ascensão de Lula da Silva que o Brasil começou a registar o surgimento de “médicos negros nos grandes hospitais” em cidades como Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, no Paraná, bem como na Paraíba.
Além de médicos, segundo disse, também surgiram inúmeros juízes negros.
Importa sublinhar que, durante a campanha eleitoral que o elegeu Presidente do Brasil em 2022, depois de já ter governado o país em duas ocasiões, entre 2003 e 2010, Luiz Inácio Lula da Silva prometeu, entre outras medidas, combater a pobreza e a desigualdade social, controlar a inflação e realizar uma reforma tributária nos primeiros meses de 2023.
Mas será verdade que o Governo de Lula da Silva já retirou 10 milhões de brasileiros da pobreza?
A resposta é categórica: sim. Os dados foram confirmados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), validando assim as previsões anteriormente apresentadas pelo Governo.
Há muito que Lula da Silva tem vindo a construir uma imagem de governante focado no combate à fome e à pobreza. Registos indicam que, durante os seus dois mandatos, entre 2003 e 2010, milhões de brasileiros foram retirados da pobreza absoluta, tendo a pobreza extrema sido reduzida em 75%.
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