João Bernardo Vieira tem sido acusado de estar mancomunado com as autoridades militares em alegadas violações dos direitos de Domingos Simões Pereira.
Falando à imprensa antes de se deslocarem à prisão da Segunda Esquadra, em Bissau, onde se encontra detido o presidente do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), o ministro João Bernardo Vieira prometeu actualizar a opinião pública sobre os assuntos abordados durante o encontro.
Refira-se que Domingos Simões Pereira, líder da oposição, foi detido na sequência do golpe de Estado perpetrado pelos militares, enquanto o então Chefe de Estado, Umaro Sissoco Embaló, alvo declarado da intentona, foi libertado e autorizado a sair do país.
Para diversos observadores, o golpe de Estado não terá sido dirigido contra o Presidente Sissoco Embaló, mas sim contra a democracia e contra Domingos Simões Pereira. Na Guiné-Bissau, multiplicam-se suspeitas da existência de um plano para destituir Simões Pereira da liderança do PAIGC.
Neste contexto, têm sido feitos apelos ao Presidente do Senegal e à Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), enquanto bloco regional, para que não permitam que este alegado plano se concretize.
Em actualização…


