No documento, o Chefe de Estado, na qualidade de Titular do Poder Executivo (TPE), justifica a opção pela contratação emergencial em detrimento do concurso público, invocando a “necessidade urgente” de construção de sistemas de abastecimento de água em várias localidades daquela província. Entre os objectivos destacados está o combate ao surto de cólera que afecta o país.
Segundo a documentação a que o Polígrafo África teve acesso, a empreitada mais dispendiosa é a de concepção e construção do sistema de abastecimento de água na sede do município do Cuimba, avaliada em 28,7 milhões de euros.
Já a obra para o fornecimento de água na sede do município do Nóqui, que inclui a comuna do Mpala, está orçada em 19,2 milhões de euros.
Por sua vez, a construção da estrutura destinada ao abastecimento do município do Luvo representa o investimento menos oneroso, com um valor estimado em 7,2 milhões de euros.
Adicionalmente, o serviço de fiscalização das obras foi orçado em 4,6 milhões de euros.


